quarta-feira , 26 junho 2019

MPAC atinge índice de transparência superior a 98% em avaliação nacional

imagesO Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) divulgou novo ranking de transparência, resultado de uma avaliação que tem como base a análise dos dados divulgados nos portais de transparência de todas as unidades e ramos do Ministério Público relativos ao segundo trimestre deste ano.

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), que na última classificação havia alcançado a 8ª posição, agora aparece em segundo lugar, juntamente com o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT), ficando enquadrados na categoria ‘excelente’.

“Esse é o resultado de muito esforço e trabalho, mas acima de tudo, uma demonstração de compromisso e respeito do Ministério Público do Acre para com a sociedade. Foram criados muitos canais para que a informação pudesse chegar ao maior número de pessoas. No Portal da Transparência, estão disponíveis informações e dados atualizados que permitem ao cidadão saber  como o dinheiro público está sendo aplicado”, comentou o procurador-geral de Justiça Oswaldo D’Albuquerque.

De acordo com o CNMP, desta vez, o resultado aparece em novo formato: como um mapa colorido, em que as cores representam as faixas de porcentagem de transparência alcançadas pelas 26 unidades do Ministério dos Estados, pelo CNMP e pelos quatro ramos do Ministério Público da União (Federal, Militar, Distrito Federal e Territórios e do Trabalho).

Na primeira apuração de 2016, oito unidades do Ministério Público ficaram abaixo do índice de 80% de cumprimento dos itens analisados. Neste segundo trimestre, porém, todos os avaliados superaram o referido percentual. O diagnóstico demonstra que as unidades e os ramos do MP, além do CNMP, têm conquistado melhorias para alcançar uma gestão marcada pela transparência.

“Nossa transparência é mais aprofundada e aperfeiçoada. Nenhum outro órgão, conselho, Poder ou instituição tem tantos itens avaliados”, disse Marcelo Ferra, conselheiro do CNMP e presidente da Comissão de Controle Administrativo e Financeiro (CCAF) do Conselho. Ele complementou afirmando que “o rigor da atuação da CCAF explica-se pelo fato de o Ministério Público ser uma instituição responsável pela fiscalização, por isso precisa dar exemplo”.

Com informações do CNMP

 

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